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Para realizar o sonho dos pais em deixar um legado e um futuro com independência para a filha Helena Nistal, que tem Síndrome de Down, e diante da dificuldade em encontrar roupas adequadas a esse biotipo, nasceu a marca “Belezas de Helena”, uma linha de roupas práticas que garantem independência às crianças para que possam se vestir sozinhas.

Com todas as peças escolhidas a dedo pela própria Helena, nossa moda inclusiva possibilita o comprimento e a modelagem para os mais diversos biotipos. Nossa coleção conta com roupas fabricadas com medidas diferenciadas no tamanho, busto, barra, ombro e altura, permitindo maior caimento e conforto para crianças com medidas fora do padrão.

Sobre Helena Nistal

Numa manhã ensolarada de 29 de novembro de 2010, nascia Helena Nistal, trazendo com ela muito amor e superação. Seu pai, Eduardo, foi chamado para conversar sobre, até então, a possibilidade de sua tão esperada princesa ter Síndrome de Down, diagnóstico desconhecido naquele momento por quase todos os familiares.

O mundo desabou em alguns minutos e as lágrimas em pouco tempo deram lugar a uma coleção de livros, talvez todos existentes nas redondezas, e muito apoio da família e amigos que, juntos, buscaram as informações confirmando que o sol brilha para todos.

A mãe, Alessandra, soube da notícia somente no segundo dia de vida de sua bebê, sendo este o marco dessa história, pois é justamente nesse lapso de tempo que há ou não a aceitação em receber uma criança diferente da sonhada.

Abençoada com uma conversa positiva na qual sempre destacava a importância do nascimento de sua filha Helena, o provável diagnóstico da trissomia 21 ficou como coadjuvante naquele filme, dando lugar somente à Helena, a estrela principal, a recém-nascida que, como todo bebê, precisava apenas de muito amor.

A luta pelo respeito começou no próprio hospital, onde o pai recebeu a notícia da forma mais pessimista possível e, a mãe, enquanto clamava pela visita de pediatra, foi atendida no terceiro dia de internação com um olhar de pêsames…

Após um mês do nascimento, veio a confirmação do diagnóstico e com ela uma intensa agenda de visitas a clínicas e a profissionais visando à estimulação precoce, mantra de muitas famílias que optam em acreditar no potencial de seus filhos. E, diante da importância desse estímulo na primeira infância, a mãe, advogada, com total apoio do marido e pai de Helena, optou por pausar sua carreira e acompanhar diariamente a filha em suas atividades.

A rotina de Helena era como a de outros bebês, adicionada a horas de exercícios, estímulos e às terapias existentes. E seus pais, entre erros e acertos, sempre apostando em seu êxito.

Aos dois anos, mesmo sem saber andar, Helena já demonstrava aptidão por músicas e peças de teatros, e não hesitava em fazer uma pose ao ser clicada. E assim, com o incentivo dos pais em tudo aquilo que seus olhinhos tão característicos costumam brilhar mais, Helena começou a ser convidada para exercer seu lado artístico e, desde então, segue participando frequentemente de inúmeros eventos, como apresentações musicais, danças, teatros, desfies e campanhas publicitárias em geral.